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Indústrias Extractivas

Extracção de hulha, lenhite, petróleo bruto, gás natural e outros. Extracção e preparação de minérios metálicos.

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Impurezas das Rochas Calcárias: A Argila dos Prejuízos

8 de Julho de 2019 by Olinda de Freitas Deixe um comentário

As impurezas das rochas calcárias merecem toda a atenção e examinação económica para se aferir a qualidade das rochas. Bastante variáveis em termos de tipologia, e também em quantidade, podem constituir uma limitação à exploração rendível do calcário, sobretudo se se destinar a uma utilidade nobre como, por exemplo, a ornamentação.

Sabe qual é, das impurezas das rochas calcárias, a mais assídua e comum em todas as regiões de exploração? A argila, pelos argilominerais.

Os argilominerais, impurezas das rochas calcárias, são constituídas por caulinita, ilita, clorita, smectita e outros tipos micáceos. Estes podem estar disseminados por toda a rocha ou, também, concentrados em finos leitos no seu interior. Neste preciso contexto a alumina, em combinação com a sílica, pode ser encontrada nos calcários sob a forma de argilominerais.

Atenção! Outros aluminossilicatos, nomeadamente em forma de feldspato e mica.

Como actuam as argilas?

Quando existem em quantidade considerável, as argilas convertem um calcário de alto cálcio em marga (rocha argilosa). Quando calcinado, este tipo de calcário produz cal com propriedades hidráulicas.

Muito importante: os calcários que contêm entre 5 a 10% de material argiloso produzem cal fracamente hidráulica; se tiverem uma contaminação entre 15 a 30%, resultam numa cal altamente hidráulica!

Existem, no entanto, outras impurezas das rochas calcárias, silicosas, que não são argilominerais, e que comprometem o aproveitamento económico do calcário. É exemplo a sílica, que aparece em forma de areia, fragmentos de quartzo e, em estado combinado, como feldspato, mica, talco e serpentinito. Todas produzem efeitos nocivos ao calcário.

Saiba que os calcários para fins metalúrgicos e químicos devem conter menos do que 1% de alumina e 2% de sílica.

Mais impurezas das rochas calcárias

Também os compostos de enxofre e fósforo (sulfetos, sulfatos e fosfatos) são impurezas prejudiciais aos calcários. Nas indústrias metalúrgicas exigem-se calcários puros, regra geral para serem utilizados como fluxantes, e os teores de enxofre e fósforo não devem ultrapassar os valores de, respectivamente, 0,03 e 0,02%.

Os compostos de ferro no calcário são igualmente prejudiciais à sua aplicação com variadas aplicações industriais como, por exemplo, cerâmicas, tintas, papel, plásticos, borracha, etc.

No entanto, na obtenção de cal, raramente estas impurezas são prejudiciais – desde que não exista a exigência de um produto final
muito puro.

Os compostos de ferro aparecem, geralmente, sob a forma de limonita (hidróxido férrico) e pirita. Podem aparecer também sob a forma de Hematita e marcasita no calcário – mas são formas atípicas!

Raramente encontrados nos calcários são os compostos de sódio e de potássio. Quando marcam presença em pequenas quantidades, dão facilmente eliminados durante a operação de queima do calcário.

Mas atenção! Esta eliminação só é válida quando a rocha, no seu processamento, tem a etapa da calcinação – como é exemplo a obtenção de cal.

São algumas as impurezas do calcário que comprometem a rendibilidade – pela qualidade – da exploração das rochas. Umas mais, outras menos, todas são características do calcário com destaque para as argilas. Saiba mais.

Arquivado em:MINÉRIOS & MINERAIS Marcados com:argilominarais, cal, calcário;, compostos de ferro, enxofre e fósforo, Impurezas das Rochas Calcárias, indústrias extractivas, sílica

Maciços Rochosos: Classificar para Aferir a Qualidade

7 de Julho de 2019 by Olinda de Freitas Deixe um comentário

Como classificar os maciços rochosos levando em consideração a sua estrutura geológica e o estado de alteração das rochas?

As características de qualidade dos maciços rochosos têm que ver, essencialmente, com o seu estado de alteração e estado de fracturação. Também a água influencia a sua estabilidade.

Classificação dos maciços rochosos pelo estado de alteração

O estado de alteração é analisado através de métodos de observação. Nos solos, por exemplo, é imensamente útil a indicação da facilidade com que se desmonta o material com determinados tipos de ferramentas. Nas rochas, outro exemplo, é costume referir-se a maior ou menor facilidade com que se parte o material, através da utilização de um martelo de mão, ou a sua coloração e brilho como consequência da alteração de certos minerais – tais como feldspatos e minerais ferromagnesianos.

O número de graus que se considera em relação ao estado de alteração de uma dada formação é variável com o tipo de problema e, consequentemente, com a necessidade de pormenorizar a respectiva informação. No entanto, na maioria dos casos consideram-se cinco graus de alteração dos maciços rochosos.

Em sondagens com recuperação contínua de amostra, um indicador muito utilizado para prestar informação relativamente ao estado de alteração das rochas atravessadas, é o da percentagem de recuperação resultante das operações de furação nos maciços rochosos.

Como calcular a percentagem de recuperação?

Consegue-se obter a percentagem de recuperação multiplicando por 100 o quociente entre a soma dos comprimentos de todos os tarolos obtidos numa manobra e o comprimento do trecho furado nessa manobra.

Embora não seja conhecida qualquer tabela de classificação de rochas em face de percentagem de recuperação, e apesar de se ter em conta que este valor pode ser altamente influenciado pela qualidade do equipamento de furação, pela competência do operador e por particularidades litológicas ou estruturais das formações geológicas, considera-se vulgarmente que os maciços rochosos são:

  • pouco alterados, o que indica, por princípio, boa qualidade, quando se consegue obter percentagens superiores a 80%;
  • muito alterados, o que indica má qualidade, para percentagens inferiores a 50%;
  • medianamente alterados para valores intermédios.

E em relação ao estado de fracturação dos maciços rochosos?

Quanto ao estado de fracturação dos maciços rochosos há uma panóplia de critérios semelhantes entre si na classificação do espaçamento entre diaclases. Regra geral, existem na mesma cinco classes e cada uma corresponde às designações de:

  • muito próximas;
  • próximas;
  • medianamente afastadas;
  • afastadas;
  • muito afastadas.

É o estado de alteração e, igualmente, o estado de fracturação que permite classificar os maciços rochosos e aferir a sua qualidade.

Se para caracterizar o estado de alteração é utilizado o método de observação, o mesmo se aplica ao estado de fracturação – recorrendo-se muito ao cálculo da percentagem de recuperação.

Arquivado em:PEDREIRAS Marcados com:estado de alteração, estado de fracturação, indústrias extractivas, maciços rochosos, percentagem de recuperação

Trabalho de Crianças em Minas e Pedreiras, Morte Lenta

26 de Junho de 2019 by Olinda de Freitas 2 Comentários

Uma das formas contemporâneas de escravatura refere-se ao trabalho de crianças em minas e pedreiras – conforme refere o site de documentação e direito comparado de direitos humanos.

Crianças com apenas três anos são encontradas em minas e pedreiras naquilo que se designa de escravatura moderna

crianças em minas e pedreirasÉ a combinação de elementos de coacção, medo, restrições à liberdade de circulação e completa dependência do empregador que caracteriza a escravatura moderna. As minas e pedreiras onde as crianças trabalham são, na maioria das vezes informais e estão localizadas em áreas remotas e de difícil acesso.

Fora do alcance do Estado de Direito e em comunidades habitualmente designadas como comunidades de fronteira – onde as estruturas sociais tradicionais da sociedade e os sistemas de valores éticos entraram em colapso – estão crianças em minas e pedreiras, em comunidades caracterizadas pela violência, pela criminalidade e pela toxicodependência.

A Organização Internacional do Trabalho (OIT) estima que há cerca de um milhão de crianças em minas e pedreiras artesanais de pequena escala. A probabilidade deste número crescer é, no entanto, uma realidade em virtude do aumento dos preços e da procura de minerais nos países da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Económico e países emergentes.

A médio e longo prazo o prejuízo na saúde destas crianças é incomparavelmente pior relativamente aos adultos

As crianças em minas e pedreiras sofrem de doenças respiratórias devido à inalação de pós minerais. Igualmente estão expostas a metais tóxicos e produtos químicos perigosos que têm impacto no sistema nervoso, provocando deficiências físicas e mesmo a morte. Estas mesmas crianças correm também o risco de lesões na espinal medula e deformações físicas devido às pesadas cargas que transportam.

Uma verdade incontestável prende-se com o facto de as consequências a médio e longo prazo deste tipo de trabalho na saúde serem bem mais graves nas crianças do que seriam nos adultos que trabalham em minas e pedreiras.

Ademais o trabalho das crianças em minas e pedreiras possui efeitos adicionais sobre os direitos da criança:

  • A maioria das comunidades mineiras não garante o acesso aos serviços básicos como serviços de saúde ou escolas;
  • As crianças que frequentam a escola não conseguem conciliar o trabalho nas minas com o trabalho escolar e frequentemente abandonam a escola aos dez anos de idade(!);
  • As raparigas que trabalham nas minas ou nas suas proximidades ficam vulneráveis a violação e exploração sexual;
  • Estas comunidades apresentam, tantas vezes, taxas altíssimas de doenças sexualmente transmissíveis, gravidez na adolescência e famílias monoparentais.

A pobreza é apontada como uma das causas principais pelas quais as crianças trabalham no sector – ao mesmo tempo que constitui um dos obstáculos à erradicação da escravatura. É, portanto, da responsabilidade dos governos proporcionar meios de vida alternativos às famílias. Já.

Fonte da imagem

Arquivado em:PEDREIRAS Marcados com:crianças em minas e pedreiras, escravatura moderna, indústrias extractivas, OIT

Mas agora é tudo feito de contraplacado?

20 de Junho de 2019 by Diana Lopes 1 comentário

Costuma-se dizer que os móveis de hoje são todos feitos de contraplacado que o fabrico de móveis em madeira maciça ficou no passado ou que são caríssimos. Mas será o contraplacado assim tão mau? E como é o seu processo  de fabrico?

Mas afinal o que é o contraplacado?

O contraplacado, é uma espécie de painel feito a partir de folhas coladas umas sobre as outras e posteriormente prensadas, fazendo deste painel, um painel rígido. Este painel é constituído por 3 elementos diferentes, designados por folha, alma e cola.

O elemento folha

A folha que se aplica no processo de fabrico de contraplacados obtêm-se graças ao desenrolamento da madeira de um toro que é cortado de forma a ficar mais achatado. As folhas, são a parte de madeira que os contraplacados apresentam.

O elemento alma

A alma é a camada central do contraplacado, de espessura superior à das folhas que a revestem, e que é formada por painéis de blocos, painéis de fibras, desperdícios de cortiça, lã de vidro, entre outras coisas.

O elemento cola

A cola é o que vai ligar as folhas entre si e à alma.

O produto final

O contraplacado são placas que se constroem a partir de folhas de madeira natural fina, por processos que evitam deformações. A partir dos toros de madeira, cortam-se camadas finas que se designam por folhas.

Estas são cortadas em determinadas dimensões e sobrepostas com o fio alternadamente cruzado, de forma a serem coladas com resinas sintéticas e sob fortes pressões, em prensas especiais, sendo o número de camadas sempre ímpar de forma a se obter uma estrutura simétrica.

O contraplacado, possibilita o uso quase integral de ramos, lenhas e toros de pequeno diâmetro produzido pelas matas, os desperdícios de madeira, as aparas e as serraduras provenientes das serrações, o que torna este material sustentável e ecológico.

Com o uso de máquinas específicas e com um processo eficiente de corte, obtém-se painéis de contraplacado, que apresentam grande resistência à flexão e às deformações por empeno, graças à disposição cruzada das fibras de camada para camada.

Estes painéis são fáceis de trabalhar e tornam-se muito mais económicos do que a madeira maciça.

A ideia de que o contraplacado não é um bom material é errada. É importante e atualmente ainda mais, ter formas de fabrico de materiais onde haja uma preocupação a nível ambiental e de sustentabilidade. É possível obter móveis e outros objetos de contraplacado esteticamente tão apelativos como os de madeira maciça e tão ou mais resistentes que estes.

Além disso, hoje em dia o conceito de mobília para a vida já não faz tanto sentido e a facilidade de alterar a decoração da casa sem gastar muito dinheiro é algo que atrai cada vez mais pessoas, sendo que o contraplacado permite esta nova tendência.

Pense de forma mais ecológica, o planeta agradece.

Arquivado em:OUTROS Marcados com:carvão, contraplacados, embalagens de madeira, indústrias da madeira, indústrias extractivas, lamelados, obras de carpintaria, obras de madeira, parqueteria, rolhas de cortiça

Procedimentos de Tiro: Rebentamentos Seguros e Eficazes

10 de Junho de 2019 by Olinda de Freitas Deixe um comentário

Existem procedimentos de tiro específicos para os rebentamentos nas pedreiras. Estes procedimentos de tiro devem ser fixados por escrito por forma a que, no decorrer das operações de tiro nas pedreiras, operários e população não sejam colocados em perigo.

Eventuais riscos de disparo acidental devido, por exemplo, a transmissores de rádio, centrais eléctricas ou de linhas eléctricas aéreas devem ser levados em consideração. Na existência destes riscos, deve ser escolhida uma técnica apropriada de disparo.

Os procedimentos de tiro

Estes procedimentos de tiro devem ser, como já referido anteriormente, escritos e divulgados convenientemente em todos os locais das pedreiras – assim como a todos os operadores. Como? Mediante a entrega de um exemplar, só assim o explorador consegue controlar o cumprimento dos procedimentos de tiro.

Pontos essenciais dos procedimentos de tiro:

  • procedimentos de tiroNomeação e autorização do carregador de fogo, dos aprendizes de carregador de fogo, dos armazenistas, e de todas as pessoas que trabalhem com explosivos;
  • O responsável pelos explosivos deve controlar:
    • A adequação e segurança do material fornecido;
    • A conformidade das condições existentes no local com as prescrições dos tiros antes da utilização dos explosivos;
    • O período de tempo durante o qual são permitidos os tiros;
    • A delimitação da zona de perigo que cada tiro comporta e respectiva evacuação dessa zona – além da colocação de abrigos à disposição que promovam a eficácia em caso de verificação de tiros ou de tiros efectivos;
  • As medidas que garantam a continuação da actividade normal apenas quando o carregador de fogo estiver convencido de que as condições são seguras e que o sinal de fim do alerta tocou realmente;
  • A protecção, no final da jornada, dos buracos e dos explosivos carregados.

Atenção! As medidas tomadas devem garantir uma vigilância ou, pelo menos, a presença de uma pessoa na proximidade dos buracos carregados para, caso necessário, prevenir o roubo ou disparo não autorizado de explosivos!

  • O tratamento das falhas e a descoberta de explosivos provenientes, que não retirados, de operações anteriores.

Atenção! Convém assegurar sempre a presença de uma pessoa competente capaz de se ocupar da segurança das falhas!

Deve haver sempre garantia do respeito pelos procedimentos de tiro.

Muito importante: os sistemas de alerta

Estes sistemas de alerta devem incluir:

  • A utilização de bandeiras ou de avisos;
  • Guia para a preparação de uma avaliação dos riscos relativos ao uso de explosivos;
  • Um sistema de alerta sonoro que possa ser ouvido em toda a zona de perigo, com o objectivo de evacuar essa zona e assinalar o fim do alerta;
  • A colocação de protecções antes de cada tiro;
  • A notificação directa individual dos residentes locais;
  • A inspecção do sítio de tiro após iniciar-se o fogo para controlar o estado da frente e a presença de eventuais falhas.

Os rebentamentos nas pedreiras exigem procedimentos de tiro específicos tanto para salvaguarda da saúde e segurança dos trabalhadores como da das populações das áreas próximas.

Estes procedimentos têm de ser escritos e disponibilizados a cada operador!

Arquivado em:EXPLOSIVOS, OUTROS Marcados com:carregador de fogo, explosivos, indústrias extractivas, pedreiras, procedimentos de tiro, saúde, segurança, tiros

Prospecção de Minas: O Passo Dado Antes da Exploração

9 de Junho de 2019 by Olinda de Freitas 3 Comentários

A prospecção de minas, com a intenção de explorá-las, pode ser efectuada através da perfuração a diamante, o método mais utilizado. Mas há outros!

Há depósito mineral? Então há exploração de minas!

Todo a exploração de uma mina inicia-se sempre com a descoberta de um depósito mineral. E o que é a descoberta senão a prospecção de minas? Tal prospecção engloba um planeamento cuidadoso e o uso de diversificados métodos e instrumentos científicos como complemento ao levantamento geológico.

Os vários métodos desenvolvidos de prospecção de minas ao longo do tempo visam sempre o mesmo objectivo: atingir as camadas mais profundas e facultar informações relativas aos depósitos minerais situados no interior da Terra.

Métodos de prospecção de minas

Os métodos de prospecção de minas são baseados nas heterogeneidades inerentes à costa terrestre, ao mesmo tempo responsáveis pelas diferenças ou anomalias, principalmente em comparação de corpos mineralizados com rochas adjacentes, em determinadas propriedades físicas.

Recorrendo-se aos métodos geofísicos, as tais anomalias podem ser detectadas, registadas e medidas.

Posteriormente, os resultados são cartografados e as áreas de potencial interesse serão seleccionadas. E depois? Depois vêm as investigações mais detalhadas.

Em que se baseiam os métodos?

  • Os métodos eléctricos partem do seguinte pressuposto: há certos minérios que possuem melhor condutividade eléctrica do que as massas de rocha circunvizinhas;
  • Com os métodos magnéticos de prospecção de minas, podem ser determinadas variações nos campos magnéticos da Terra;
  • As irregularidades no campo gravítico de uma determinada área podem ser medidas através dos métodos gravimétricos;
  • Os métodos radiométricos são usados, essencialmente, nas pesquisas de urânio e outros elementos radioactivos.

Importância dos métodos geofísicos na prospecção de minas

Na actualidade, a utilização dos métodos geofísicos, bastante precisos, nos quais se inclui a prospecção de minas remota, é de uso generalizado em diversas áreas científicas.

No entanto, e apesar dos métodos geofísicos poderem fornecer indicações sobre a possível localização dos depósitos minerais, são, quase sempre, necessárias perfurações de prospecção de minas in situ para nos darem evidências mais precisas do que está contido no subsolo. Para isso usa-se a técnica de amostragem por intermédio de perfuração a diamante – a mais utilizada.

O que é a perfuração a diamante?

A perfuração a diamante surgiu na segunda metade do século dezanove e encontrou a sua maior aplicação na prospecção de minas.

No mundo contemporâneo, a perfuração a diamante tornou-se em uma técnica importante na definição do traçado de túneis ou no posicionamento de cavidades no interior das rochas. Permitem, estas perfurações, localizar aspectos particulares em zonas não consolidadas ou rochas com fraca resistência mecânica.

Tudo isto antes de se dar início às escavações.

Desenvolvimento da perfuração a diamante

A perfuração a diamante na prospecção de minas tem sido alvo de vários avanços: inicialmente as sondas eram executadas manualmente. Aos poucos, a execução passou a ser efectuada através do vapor e mais tarde através de motores diesel e eléctricos.

Durante muito tempo, a força de avanço exercida sobre a coroa de perfuração terá sido determinada pelo operador com auxílio de uma cremalheira.

Isto era bastante arbitrário!

Entretanto, o avanço de parafuso chegou e forçou a sonda a uma taxa de penetração fixa, baseada na velocidade de rotação do motor. Seguiram-se as sondas com avanços hidráulicos em que dois cilindros hidráulicos transferem a forca de avanço para a bateria de varas e para a coroa de perfuração. Aqui há a compensação da acção do peso das varas quando este começa a tomar-se excessivo.

A prospecção de minas é essencial para a posterior exploração e são vários os métodos à disposição. No entanto, a perfuração a diamante é a mais utilizada!

Arquivado em:MINÉRIOS & MINERAIS Marcados com:exploração de minas, indústrias extractivas, método de perfuração a diamante, métodos eléctricos, métodos magnéticos, métodos radiométricos, minas, minérios metálicos, prospecção de minas

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