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Indústrias Extractivas

Extracção de hulha, lenhite, petróleo bruto, gás natural e outros. Extracção e preparação de minérios metálicos.

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O Futuro do Planeta Passa pela Energia do Carvão Limpo

4 de Dezembro de 2019 by Olinda de Freitas Deixe um comentário

E se a produção de carvão limpo fosse a chave para lutar contra as alterações climatéricas? A responder afirmativamente a esta questão está o director de uma empresa de energia anglo-australiana, tal como refere o site Jornal i, referindo que os dois principais desafios do mundo nesta área passam por combater as alterações climatéricas e responder à procura energética mundial.

O desafio para todo o planeta é urgente: investir na investigação do carvão limpo como a chave para o futuro

carvão limpoTornar mais limpo o carvão é a chave para o futuro e investir no desenvolvimento de tecnologias que captem e armazenem carbono é absolutamente urgente e necessário.

O carvão é barato e abundante, tendo sido desde sempre utilizado como fonte de energia – trata-se de um combustível fóssil muito importante na produção de aço e de electricidade. Estima-se que as reservas mundiais de carvão sejam suficientes para 150 anos de consumo. Não obstante, o carvão é, sem dúvida, a fonte que mais emite dióxido de carbono (CO2) – quer pelas substâncias que o compõem, quer pelo controlo pouco eficiente das centrais que o usam.

A título de curiosidade refira-se que em 2005 o carvão emitiu mais toneladas de CO2 do que o petróleo: cerca de 10,980 bilhões contra 10,716 bilhões. E forneceu apenas 25,3% de energia primária mundial contra 35% da gerada pelo petróleo. Ao que parece o carvão limpo é, de facto, a chave do futuro.

A Agência Internacional de Energia (AIE) prevê que o consumo mundial de carvão, mantidas as políticas energéticas actuais, possa aumentar 70% até 2030 – o que, do ponto de vista ambiental, é devastador.

Optimistas e pessimistas: várias perspectivas para um só problema – os malefícios do carvão que se quer limpo

A verdade é que carvão queimado pelas usinas liberta dióxido de enxofre – a principal causa da chuva ácida -, óxidos de nitrogénio  -na origem da chuva ácida e da poluição – e CO2  que produz o efeito estufa e é o principal suspeito do aquecimento global.

Para os pessimistas, o problema não se resolve em pouco tempo. Já os optimistas acreditam poder limitar o impacto da queima do carvão sobre o meio ambiente e o clima – muito embora saibam que os procedimentos necessários para isso não estarão prontos antes de, no mínimo, dez anos. Considerar o carvão limpo implica resolver várias questões.

Tanto na Austrália como nos Estados Unidos, Europa, Índia e China se continua a usar carvão. Em 2007 um estudo da Worlwide Fund for Nature (WWF) concluiu que as 30 centrais europeias mais poluentes em termos de CO2 usam este combustível. Na União Europeia está prevista a construção de quatro grandes centrais, 1000 megawatts por ano, durante 30 anos. Valha-nos a certeza de que a partir de 2020 as regras antipoluição serão rigorosas. Por esta altura falar-se-á apenas em carvão limpo?

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A extracção de pedra perdeu um cliente: A calçada portuguesa

11 de Agosto de 2019 by Diogo Pinheiro Deixe um comentário

Quando a Assembleia Municipal de Lisboa aprovou o Plano de Acessibilidade Pedonal que de entre muitas medidas, prevê a retirada da calçada portuguesa por “motivos de segurança”, não deverá ter pensado muito numa das aplicações de uma actividade importante da economia portuguesa, a extracção de pedra. A extracção de pedra em Portugal assume uma razoável importância económica e por consequência social. Indústria geradora de riqueza e de emprego, a exploração das pedreiras portuguesas resultam na extracção de muita pedra. Uma parte considerável desta pedra extraída é, posteriormente, exportada. Sobretudo o mármore que parece recolher uma importante legião de fãs no Médio Oriente. A extracção de pedra é um processo de mineração. As pedreiras situam-se, maioritariamente, junto de serras e zonas rochosas. No entanto, este processo é a céu aberto porque, normalmente, não é necessário abrir grandes profundidades para extraír pedra. Os tipos de pedra mais comumente extraídos são o arenito, a ardósia, o calcário, o granito, o mármore, o basalto e a coquina. Estes tipos de pedra podem ser aplicados em diversas actividades. Os usos a dar a tanta pedra são inesgotáveis. Desde a construção civil a artes decorativas e pavimentos. Na verdade, a tão badalada calçada portuguesa que se pretende retirar é feita com calcário e basalto. As estátuas que erguemos em homenagem às nossas figuras também. Os quadros onde aprendemos a fazer contas de somar e a ler são feitos a partir da ardósia. As casas onde vivemos também têm pedra algures, seja como forma decorativa ou mesmo na própria estrutura.

Perigos da extracção de pedra

Extraír pedra é uma actividade que pode levantar alguns riscos para os trabalhadores. Os riscos vão um pouco para além de lhe caír um bloco de pedra na cabeça. Para além dos possíveis desprendimentos de pedra, a serração da pedra liberta muito pó de sílica que pode provocar silicose, uma grave doença pulmonar. O elevado ruído da actividade é também uma preocupação com que os trabalhadores têm que lidar, assim como a vibração da maquinaria que opera que pode provocar problemas vasculares, neurológicos, musculares ou arteriais. O calor a que os trabalhadores estão expostos pode causar desidratação. Há sempre o risco associado a quedas, ao manuseamento de material explosivo necessário à actividade, já para não contar com os acidentes gerais. Claro, que existe todo um protocolo de segurança e os trabalhadores tomarão as devidas precauções, mas ainda assim continua a ser uma actividade de risco.

E no fim?

As pedreiras apesar de não serem propriamente o pináculo da beleza, têm qualquer coisa que prende o olhar. Quando deixam de ser exploradas para mineração é comum encherem-se com água, tornando-se em lagos ou lagoas. No entanto, há excepções como a Ópera de Arame. Em Coritiba, no Brasil, uma antiga pedreira chamada Parque das Pedreiras deu origem a uma atracção turística que engloba mesmo um teatro. Há outros exemplos como um Hotel em Shangai ou um recinto para espectáculos ao ar livre também no Brasil.

Apesar dos riscos inerentes à actividade, a extracção de pedra é uma actividade necessária ao desenvolvimento do ser humano e do seu modo de vida.

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A formação das argilas e os benefícios para a pele

20 de Julho de 2019 by Diana Cordeiro Deixe um comentário

As argilas fazem parte da constituição mineralógica de partículas físicas dos solos, junto com as partículas de silte e areia.

No solo essas partículas estão intimamente misturadas. Para podermos quantificar o teor de argila, silte e areia de um solo, devemos proceder a separação dessas partículas. A separação das argilas que constitui os solos dá-se pelo processo de dispersão, mais conhecido por dispersão de argilas.

É um produto resultante da alteração de rochas silicatadas, sendo uma mistura de vários minerais: caulinite, ilite e montemorilonite. As suas principais características são a sua coerência, a sua secura e o seu estado plástico quando entra em contacto com a água.

A expansão das argilas dá-se através da absorção de água. Quando têm água em excesso ocorre a sua degradação, perdendo a argila e a sua compactação e originando suspensão de partículas. Quando a argila se encontra em contacto com a pedra calcária originam-se margas.

Estas contêm cerca de 35 a 65% de argila, apresentando cor acinzentada. A argila é a principal matéria-prima da indústria cerâmica. O processo de cozedura da argila origina uma massa muito resistente a nível químico.

Para além de serem a principal matéria-prima da indústria da cerâmica, são também muito utilizadas para tratamentos de beleza. Entre os benefícios para pele das argilas, está seu poder de prevenir os efeitos do tempo, limpar, esfoliar e tirar manchas superficiais. Ajuda ainda a acalmar inflamações e ativar a circulação superficial, melhorando a vitalidade da pele.

Existem vários tipos de argila, cada uma possui diferentes substâncias que dão qualidades especiais a elas:

argilasBranca: Clareadora

Indicada para peles sensíveis e desidratadas, possui pH muito próximo ao da pele e é a mais suave de todas. Apresenta efeitos clareador, cicatrizante a anti-inflamatório.

Amarela: Tensora

Ela aumenta a elasticidade da pele, combate e retarda o envelhecimento, tem bom efeito tensor e reduz rugas e inflamações.

Vermelha: Redutora

Esta argila é própria para peles sensíveis e rosadas. Quando misturada com a Branca, transforma-se na Argila Rosa, mais suave e com ação desinfetante e cicatrizante.

Verde: Adstringente

Esta é a argila ideal para quem tem pele oleosa ou jovem. Tem ação bactericida e cicatrizante. Rica em cálcio, magnésio e potássio, substâncias capazes de clarear manchas, controlar a oleosidade, hidratar, prevenir os sinais de envelhecimento e ainda reduzir os poros abertos, a argila verde possui ação absorvente, que deixa a pele livre das impurezas provocadas por fatores ambientais, como a poluição.

Marrom: Revitalizadora

Com efeitos purificantes, adstringente, cicatrizante e tonificador, esta é uma argila mais rara devido a sua pureza.

Preta: Desintoxicante

Também conhecida como Lama Negra ou Vulcânica, é a mais nobre de todas as argilas e muito utilizada para a desintoxicação da pele, principalmente as oleosas. Melhora a circulação sanguínea, prevenindo a artrose.

Argila dourada

A argila dourada tem ação tonificante e é indicada para peles maduras e cansadas.

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Mas agora é tudo feito de contraplacado?

20 de Junho de 2019 by Diana Lopes 1 comentário

Costuma-se dizer que os móveis de hoje são todos feitos de contraplacado que o fabrico de móveis em madeira maciça ficou no passado ou que são caríssimos. Mas será o contraplacado assim tão mau? E como é o seu processo  de fabrico?

Mas afinal o que é o contraplacado?

O contraplacado, é uma espécie de painel feito a partir de folhas coladas umas sobre as outras e posteriormente prensadas, fazendo deste painel, um painel rígido. Este painel é constituído por 3 elementos diferentes, designados por folha, alma e cola.

O elemento folha

A folha que se aplica no processo de fabrico de contraplacados obtêm-se graças ao desenrolamento da madeira de um toro que é cortado de forma a ficar mais achatado. As folhas, são a parte de madeira que os contraplacados apresentam.

O elemento alma

A alma é a camada central do contraplacado, de espessura superior à das folhas que a revestem, e que é formada por painéis de blocos, painéis de fibras, desperdícios de cortiça, lã de vidro, entre outras coisas.

O elemento cola

A cola é o que vai ligar as folhas entre si e à alma.

O produto final

O contraplacado são placas que se constroem a partir de folhas de madeira natural fina, por processos que evitam deformações. A partir dos toros de madeira, cortam-se camadas finas que se designam por folhas.

Estas são cortadas em determinadas dimensões e sobrepostas com o fio alternadamente cruzado, de forma a serem coladas com resinas sintéticas e sob fortes pressões, em prensas especiais, sendo o número de camadas sempre ímpar de forma a se obter uma estrutura simétrica.

O contraplacado, possibilita o uso quase integral de ramos, lenhas e toros de pequeno diâmetro produzido pelas matas, os desperdícios de madeira, as aparas e as serraduras provenientes das serrações, o que torna este material sustentável e ecológico.

Com o uso de máquinas específicas e com um processo eficiente de corte, obtém-se painéis de contraplacado, que apresentam grande resistência à flexão e às deformações por empeno, graças à disposição cruzada das fibras de camada para camada.

Estes painéis são fáceis de trabalhar e tornam-se muito mais económicos do que a madeira maciça.

A ideia de que o contraplacado não é um bom material é errada. É importante e atualmente ainda mais, ter formas de fabrico de materiais onde haja uma preocupação a nível ambiental e de sustentabilidade. É possível obter móveis e outros objetos de contraplacado esteticamente tão apelativos como os de madeira maciça e tão ou mais resistentes que estes.

Além disso, hoje em dia o conceito de mobília para a vida já não faz tanto sentido e a facilidade de alterar a decoração da casa sem gastar muito dinheiro é algo que atrai cada vez mais pessoas, sendo que o contraplacado permite esta nova tendência.

Pense de forma mais ecológica, o planeta agradece.

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Carvão: o combustível que destrói o planeta

22 de Maio de 2019 by Ana Rita Amante Leal Deixe um comentário

Com mais de duzentos anos de existência em Portugal, o carvão era extraído nas minas de São Pedro da Cova e de Santa Susana, que já foram exploradas na totalidade. Por este ser considerado um combustível fóssil, teve um importante papel no aquecimento das habitações, ainda antes de surgir a eletricidade.

Quem viveu há umas décadas atrás, certamente se recorda das tradicionais braseiras a carvão? E das locomotivas que eram movidas por este combustível, deixando aquele rasto de fumo no ar? Deste tempo só restaram as lembranças e para muitos a saudade, mas esta matéria-prima continua a ter um contributo importante para a humanidade.

Como é feita a extração do carvão?

Todos já ouviram falar das minas e da importante atividade que têm os mineiros, passando dias e noites em galerias subterrâneas para encontrar produtos que de outra forma seria impossível conhecermos e beneficiarmos do seu usufruto.

É em minas destas que se encontra o carvão, normalmente a uma profundidade bastante elevada, que chega a atingir os quatrocentos metros. Atualmente, aliada à ação do Homem, existem máquinas que vão escavando as galerias, até encontrar este combustível e o trazer para a superfície. O carvão é um combustível fóssil, porque teve a sua origem numa importante fonte de aquecimento: o sol.

Quando é feita a exploração de uma mina e lhe é retirada todo o carvão – o que leva dezenas de anos – este não se renova. Em Portugal as minas existentes já foram exploradas na sua totalidade.

Um importante gerador de eletricidade

Ainda hoje usamos o carvão para produzir eletricidade, embora as nossas minas já se encontrem esgotadas. O carvão continua a ser o principal gerador de energia a nível mundial, devido ao seu baixo custo, mas o facto de ser mais barato, não significa que seja a melhor opção.

No verão é comum as famílias fazerem piqueniques e grelharem carne em barbecues, recorrendo a sacos de carvão, que se encontram à venda em qualquer híper ou supermercado. Mas já reparou no fumo preto que lança para a atmosfera ao realizar um simples grelhado? O carvão mineral tem na sua composição carbono, oxigénio, hidrogénio, enxofre e cinzas, sendo formado por resíduos orgânicos, que são altamente poluentes.

Este combustível continua a ser muito utilizado na produção industrial, em fornos, fogões e para fazer fogueiras.

Mas quais as desvantagens da sua utilização?

O carvão é proveniente de uma planta de origem vegetal, que levou milhares de anos a formar esta rocha preta, mas após ser extraído, não se renova e quando uma mina é totalmente explorada, não volta a ter esta matéria-prima.

É comum ouvirmos e vermos nos noticiários acidentes em minas, que provocam a perda de vidas humanas, muitas vezes, sem qualquer necessidade. Existem pessoas que arriscam a sua vida para extrair uma matéria que ainda não é utilizada racionalmente, senão vejamos: mais de cinquenta por cento da energia produzida a nível mundial provém do carvão, um número bastante elevado para um combustível que não se renova.

Um combustível que polui o meio-ambiente

Quando e carvão é queimado lança para a atmosfera gases altamente poluentes, que contribuem para o aumento do aquecimento global a nível mundial. Muito se fala que o mundo está em mudança e que atualmente só existem duas estações – verão e inverno – mas poucas são as pessoas que pensam o porquê deste fenómeno? Se queimamos anualmente milhões de toneladas deste combustível, a atmosfera é invadida por um fumo negro, que é libertado a altas temperaturas e polui não só o ar, mas também o mar e as florestas.

O aquecimento global é causado pelo Homem e responsável por fenómenos que cada vez são mais frequentes, como os furacões ou as secas. E não nos enganemos, apesar de não haver renovação deste mineral, existem reservas com mais de 860 bilhões de toneladas, o suficiente para continuarmos a usar este combustível nos próximos 130 anos. Mudar de atitude só depende de nós, porque estamos a construir o planeta para uma geração futura que vai sofrer as consequências dos seus antepassados.

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A extração do ferro da rocha. Como tudo acontece

10 de Maio de 2019 by Diana Lopes 8 Comentários

Nas minas, a extração do ferro ocorre depois que se encontre a chamada jazida. Aqui, é necessário separar o material útil do que se pode considerar lixo, como terra e outros materiais usados na construção das rochas. Uma vez que estamos a falar de rochas muitas vezes que pesam toneladas, as minas de extração do ferro necessitam de ter grandes dimensões.

Extração do ferro

Desde as pedras encontradas nas jazidas até ao ferro propiamente dito são necessárias máquinas especificas para este processo ocorrer sem problemas. A exploração do ferro é das indústrias de extração mais importantes e que necessitam de vários passos até que se obtenha o ferro que todos nós conhecemos.

Primeiros passos da extração do ferro

A primeira etapa é a extração propriamente dita, que pode ser feita com escavadoras que vão escavando a rocha ou  com recurso a explosivos no caso do ferro se encontrar longe da superfície. Depois deste passo, é necessário transportar o ferro até à superfície para que possa ser posteriormente preparado e vendido.

A preparação do ferro

O ferro encontra-se no meio da terra e de outros minérios sem valor. A esta parte sem valor económico dá-se o nome de estéril e é empilhada em áreas próximas às minas de forma a causar o menor impacto ambiental possível. Para que isto aconteça, muitas vezes são plantadas árvores na terra estéril.

O restante minério em estado bruto chega à usina em grandes blocos, que são partidos pelas máquinas de britagem em pequenos fragmentos de 2 cm.

A separação do ferro

O minério que sai da máquina de britagem cai para uma peneira que possui telas de diferentes espessuras, permitindo a passagem apenas dos fragmentos até 2cm, eliminando os restantes. Esta fase do processo de extração do ferro é feita com a ajuda de água que retira o excesso de terra à volta do ferro.Além disso, para os fragmentos de menores dimensões são utilizados imanes que atraem o ferro para eles.

É importante referir que nesta fase do processo, mais de metade da água utilizada é posteriormente reciclada de forma a tornar a extração do ferro um método mais ecológico.

Passos finais

Depois de limpo, peneirado e separado por tamanho, o ferro segue para as máquinas empilhadeiras, que vai descarregando o ferro em pilhas de grandes dimensões para ser armazenado até necessitarem de ser transportados por comboios, o único meio de transporte viável na extração do ferro.

Após todo este processo, o ferro está pronto para ser utilizado para os inúmeros fins, como na indústria da construção, na produção de ligas metálicas, fabrico de linhas de caminhos de ferro, fabrico de bicicletas, indústria automóvel, entre tantas outras. O ferro é dos metais mais comuns encontrados no nosso dia-a-dia e onde se crê que já era utilizado nos anos 5000 a.C.

Tão antigo, podemos dizer que este metal tem uma saúde de ferro!

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