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Indústrias Extractivas

Extracção de hulha, lenhite, petróleo bruto, gás natural e outros. Extracção e preparação de minérios metálicos.

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O Bom Uso de Explosivos na Exploração de uma Pedreira

25 de Dezembro de 2019 by Olinda de Freitas Deixe um comentário

O uso de explosivos na exploração de uma pedreira exige uma grande responsabilidade por parte do explorador por forma a controlar os riscos existentes.

Garantir a gestão, planificação, coordenação, e supervisão correcta do trabalho, independentemente de quem realiza as operações de tiro, que pode ser um membro do pessoal da pedreira ou um contratado especializado, é a grande responsabilidade no uso de explosivos na exploração de uma pedreira.

Quem deverá ficar responsável pelo uso de explosivos na exploração de uma pedreira?

uso de explosivos na exploração de uma pedreiraO responsável pelo uso de explosivos na exploração de uma pedreira deve ser um trabalhador específico nos trabalhos diários da exploração. Muitas vezes é o director da pedreira que assume esta função. mas também poderá ser um outro membro do quadro ou contramestre; um contratado responsável pelos tiros; um dos membros do pessoal do quadro contratado ou, ainda, um consultor externo.

Independentemente de que seja, o responsável pelo uso de explosivos na exploração de uma pedreira deve possuir bons conhecimentos práticos e teóricos, assim como experiência suficiente para iniciar o trabalho com explosivos na pedreira!

Senhor responsável pelos explosivos: tem formação?

O responsável pelos explosivos deve possuir formação nas seguintes matérias:

  • Cálculo e concepção de tiros;
  • Vibrações e sopro da explosão;
  • Técnicas de tiros.

Atenção! Pode ser necessário mais do que um responsável para o uso de explosivos na exploração de uma pedreira! 

Poderá ser o caso quando, por exemplo, os tiros ocorrem em diferentes postos. De qualquer forma, o que interessa mesmo é garantir:

  • Que apenas uma pessoa está a agir a todo o momento na qualidade de responsável pelos explosivos;
  • Que cada responsável pelos explosivos conhece todos os aspectos dos procedimentos dos tiros e do sítio associado a uma utilização segura dos explosivos. Para isso tem de haver:
    • Uma boa comunicação e uma boa coordenação entre os responsáveis pelos explosivos, nomeadamente para gerir a passagem de ordens ou as questões de manutenção;
    • Contratados responsáveis pelos tiros.

A responsabilidade absoluta do explorador

Apesar da responsabilidade delegada ao responsável pelos tiros, quer seja na totalidade dos trabalhos com explosivos ou então em algumas partes, o explorador da pedreira continua a ser o responsável máximo e absoluto pela gestão geral da pedreira! Nesta responsabilidade estão incluídas, obviamente, a prevenção e a segurança dos explosivos.

Da mesma forma, o explorador é o responsável pelos procedimentos e prescrições de tiro, mesmo se estes forem estabelecidos por um colaborador contratado ou por um consultor. 

As responsabilidades no trabalho com uso de explosivos são acrescidas pelo perigo que este apresenta. É preciso designar uma pessoa específica para esta função.

No entanto, e sempre com uma responsabilidade acima de qualquer outro, cabe ao explorador da pedreira zelar pela prevenção e pela segurança geral da exploração.

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Arquivado em:EXPLOSIVOS, OUTROS, PEDREIRAS Marcados com:exploração de pedreiras, explosivos, indústrias extractivas, pedreira, prevenção, segurança, uso de explosivos na exploração de uma pedreira

O Futuro do Planeta Passa pela Energia do Carvão Limpo

4 de Dezembro de 2019 by Olinda de Freitas Deixe um comentário

E se a produção de carvão limpo fosse a chave para lutar contra as alterações climatéricas? A responder afirmativamente a esta questão está o director de uma empresa de energia anglo-australiana, tal como refere o site Jornal i, referindo que os dois principais desafios do mundo nesta área passam por combater as alterações climatéricas e responder à procura energética mundial.

O desafio para todo o planeta é urgente: investir na investigação do carvão limpo como a chave para o futuro

carvão limpoTornar mais limpo o carvão é a chave para o futuro e investir no desenvolvimento de tecnologias que captem e armazenem carbono é absolutamente urgente e necessário.

O carvão é barato e abundante, tendo sido desde sempre utilizado como fonte de energia – trata-se de um combustível fóssil muito importante na produção de aço e de electricidade. Estima-se que as reservas mundiais de carvão sejam suficientes para 150 anos de consumo. Não obstante, o carvão é, sem dúvida, a fonte que mais emite dióxido de carbono (CO2) – quer pelas substâncias que o compõem, quer pelo controlo pouco eficiente das centrais que o usam.

A título de curiosidade refira-se que em 2005 o carvão emitiu mais toneladas de CO2 do que o petróleo: cerca de 10,980 bilhões contra 10,716 bilhões. E forneceu apenas 25,3% de energia primária mundial contra 35% da gerada pelo petróleo. Ao que parece o carvão limpo é, de facto, a chave do futuro.

A Agência Internacional de Energia (AIE) prevê que o consumo mundial de carvão, mantidas as políticas energéticas actuais, possa aumentar 70% até 2030 – o que, do ponto de vista ambiental, é devastador.

Optimistas e pessimistas: várias perspectivas para um só problema – os malefícios do carvão que se quer limpo

A verdade é que carvão queimado pelas usinas liberta dióxido de enxofre – a principal causa da chuva ácida -, óxidos de nitrogénio  -na origem da chuva ácida e da poluição – e CO2  que produz o efeito estufa e é o principal suspeito do aquecimento global.

Para os pessimistas, o problema não se resolve em pouco tempo. Já os optimistas acreditam poder limitar o impacto da queima do carvão sobre o meio ambiente e o clima – muito embora saibam que os procedimentos necessários para isso não estarão prontos antes de, no mínimo, dez anos. Considerar o carvão limpo implica resolver várias questões.

Tanto na Austrália como nos Estados Unidos, Europa, Índia e China se continua a usar carvão. Em 2007 um estudo da Worlwide Fund for Nature (WWF) concluiu que as 30 centrais europeias mais poluentes em termos de CO2 usam este combustível. Na União Europeia está prevista a construção de quatro grandes centrais, 1000 megawatts por ano, durante 30 anos. Valha-nos a certeza de que a partir de 2020 as regras antipoluição serão rigorosas. Por esta altura falar-se-á apenas em carvão limpo?

Arquivado em:COMBUSTIVEIS FÓSSEIS Marcados com:Agência Internacional de Energia, carvão, carvão limpo, fonte de energia, indústrias extractivas, Worlwide Fund for Nature

Tuberculose nas Minas de ouro: Estudo na África do Sul

20 de Novembro de 2019 by Olinda de Freitas Deixe um comentário

A tuberculose nas minas de ouro da África do Sul é um problema grave na actualidade – conforme refere o site Science Daily. os resultados do estudo revelam a urgência da prevenção para o controlo da tuberculose entre os sul africanos com tuberculose nas minas de ouro: é preciso erradicar a doença e não chega diminuir o número de ocorrências e de mortes.

Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres estudam a tuberculose nas minas de ouro da África do Sul

Os resultados da Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres demonstraram a dimensão do problema da tuberculose em minas de ouro sul-Africano, com destaque para a necessidade de uma abordagem de prevenção na melhoria do controle desta terrível doença profissional.

A epidemia de tuberculose nas minas de ouro da África do Sul terá sido agravada com o advento da epidemia do HIV na década de noventa. Sabe-se que em 2008 cerca de 3% dos mineiros começou o tratamento da tuberculose. O estudo veio comprovar a eficácia do rastreio e do tratamento da doença em 78 744 mineiros, em quinze minas de ouro, com o grande objectivo de interromper a transmissão da tuberculose.

A todos os mineiros escolhidos para o estudo foi dado tratamento à tuberculose activa e também um curso de terapia preventiva com isoniazida (um medicamento de baixo custo que faz a prevenção da infecção tuberculosa latente antes de progredir para doença clinicamente aparente) durante nove meses.

Ao mesmo tempo, e em outras minas, os programas de controle da tuberculose nas minas de ouro continuaram a sua prática habitual – o que incluiu o acesso ao diagnóstico da tuberculose gratuito e serviços de tratamento e triagem activa da tuberculose, pelo menos uma vez por ano, com a terapia preventiva com isoniazida incluído como parte dos cuidados de HIV.

Terapia preventiva com isoniazida funciona…mas pouco!

Embora a terapia preventiva com isoniazida ter sido uma solução segura e eficaz na prevenção da tuberculose entre as pessoas que tomaram, os pesquisadores não encontraram nenhuma diferença no número de casos de tuberculose entre os trabalhadores das minas onde foi realizada a terapia preventiva, em comparação com as restantes minas.

Isto significa que o HIV, a exposição ao pó de sílica nas minas e a proximidade do local de trabalho – além das condições de vida predispõem os mineiros sul-Africanos para a tuberculose. Interessa mesmo investigar uma abordagem radical para o controle da tuberculose. Os resultados destacam apenas a dimensão do problema da tuberculose nestas minas.

As conclusões demonstram que para se controlar a tuberculose nas minas de ouro da África do Sul é necessária uma abordagem de combinação de prevenção com testes melhorados no tratamento da tuberculose activa. A terapia preventiva com isoniazida contínua deve ser considerada para os mineiros com maior risco de infecção por tuberculose – tais como os que são portadores de HIV.

Mais informações sobre este estudo foram publicadas no New England Journal of Medicine

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Exploração de Gás de Xisto: Uma Galinha de Ovos Podres

30 de Outubro de 2019 by Olinda de Freitas Deixe um comentário

E se a exploração de gás de xisto proporcionar tantos milhões como desastres ambientais? Mais do que opiniões, as atitudes dividem-se entre os grandes investidores na exploração do gás de xisto – como a China, o Reino Unido ou a Polónia -, e os que lhe lançam medidas proibitivas como a França. Em Portugal ainda é uma novidade a ser debatida…

A exploração do gás de xisto

Exploração de Gás de XistoNão convencional, a exploração de gás de xisto começa com formação deste gás em argilas betuminosas, que se encontram no subsolo a grande profundidade: entre cerca de seiscentos a três mil metros. As formações deste gás estendem-se por quilómetros a perder de vista quilómetros e só pode ser extraído através da perfuração horizontal com uma técnica conhecida como fracking ou fractura hidráulica.

E o que é o fracking? Esta forma de exploração de gás de xisto consiste em partir a rocha através da injecção de jactos de água, misturada com areia e químicos, a altíssimas pressões.

Só para ter a noção: a pressão é tão grande que faz da contaminação química dos lençóis freáticos e da água potável um risco constante!

Sabia que a exploração de gás de xisto pode induzir a actividade sísmica? Pois. Já aconteceu na Grã-Bretanha!

Existem, no entanto, e lamentavelmente, outros perigos. Saiba que o metano, cancerígeno, é o principal composto deste gás e tem 105 vezes mais potencial para aquecer a atmosfera do que o dióxido de carbono.

Sabe o que isto significa? Significa que gera quarenta a sessenta vezes mais emissões de estufa do que o gás convencional!

Ademais, a técnica de exploração de gás de xisto pressupõe o uso de toneladas de água. Ora a água é um bem imprescindível e escasso em muitas regiões do mundo – além de que a contaminação química de grandes massas de água com benzeno e metano torna-se inevitável.

Outras enormes desvantagens deste tipo de exploração de gás de xisto prendem-se com:

  • uma difícil gestão dos resíduos tóxicos;
  • a poluição atmosférica;
  • o desastre paisagístico;
  • incessante perfuração e abertura de novos poços;
  • danos colaterais relacionados com a indústria de extracção.

Pense na quantidade de areia, toneladas, necessárias para este tipo de exploração!

Então e os milhões?

Na verdade, os EUA descobriram na exploração de gás de xisto uma alternativa muito rendível: o custo de extracção é muitíssimo mais baixo do que o de petróleo. E, como já se sabe, a exploração do petróleo acarreta um grande problema no crescimento global.

A exploração de gás de xisto representa uma fonte abundante de energia barata!

Em Portugal, dizem, existem regiões óptimas para a exploração deste gás. E sabe onde ficam? Em zonas ambientalmente protegidas. Que, galinha de ovos podres, ironia!

As zonas de interesse, por cá, para a exploração de gás de xisto, vão desde o distrito de Setúbal a Coimbra, incluindo os concelhos do Bombarral, Cadaval e Alenquer – bem como as Bacias do Algarve e do Baixo Alentejo.

Algumas destas regiões, como a Praia da Marreta ou a Carrapateira, são zonas protegidas ambientalmente!

É sabido que o actual e miserável governo, através da Galp, celebrou um acordo de exploração com a Mohave Oil & Gas. Em 2013 o PEV propôs à AR a aplicação de uma moratória à exploração de Gás de Xisto (Projecto de Lei nº 456/XII/3ª) tendo sido apresentada pelo BE uma proposta para proibir a sua exploração e extracção.

Poderá saber mais sobre este assunto aqui.

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Pedreiras Ilegais na Serra dos Candeeiros: A legalidade

23 de Outubro de 2019 by Olinda de Freitas Deixe um comentário

Pedreiras ilegais e parques naturais conseguem coexistir? Paradoxalmente, sim. Saiba que na Serra dos Candeeiros, classificada como parque natural, todos os dias são extraídas toneladas de pedra! Isto não quer denunciar pedreiras ilegais?

A classificação de parque natural, de acordo com a lei, refere-se a uma área rica em ecossistemas naturais cuja biodiversidade tem de ser protegida. Como é que esta definição se coaduna com as centenas de pedreiras em exploração na Serra dos Candeeiros?

Este parque natural caracteriza-se pela sua singularidade geológica, morfológica e paisagística e, igualmente, pela sua diversidade biológica. Ademais, a Serra dos Candeeiros merece ainda uma referência pelas marcas evidentes da ocupação do território e da luta permanente das populações – tanto para vencerem as dificuldades impostas pela ausência de água superficial, como pela escassez de solo agrícola para ser trabalhado.

A exigência de protecção de um património biológico

pedreiras ilegaisPlaneamento sustentável é uma exigência, não só das populações como da inteligência colectiva sobre o que são as pedreiras ilegais. Como sustentar a prazo tamanha destruição de grande parte do património biológico, já que o forte e agressivo impacte negativo para o património geológico, geomorfológico e paisagístico – como o caso da indústria extractiva de calcário ou a produção animal intensiva – depende da presença humana?

A protecção do parque natural face às pedreiras ilegais, a ilegalidade de atentar contra a biodiversidade tão rica, exige que se encontrem, com urgência, pontos de equilíbrio sustentáveis naquilo que é gerir o território!

Parque natural abafado ou pedreiras que conseguem berrar

Sons e ruídos não se misturam na Serra dos Candeeiros – simplesmente porque é o ruído das perfurações nas pedreiras, e não o som do vento, que se ouve. Um parque natural que mais se assemelha a uma zona industrial, já que o verde fica camuflado do pó em resquícios de trabalho árduo de exploração.

Extraído para as calçadas portuguesas, portanto para o sector da construção civil, ou para exportação, o cálcário da Serra dos Candeeiros tem origem em pedreiras ilegais – ilegais porque vão contra tudo o que um parque natural deve ser.

Não obstante, todos os trabalhos estão autorizados pelo Ministério da Economia! e isto apesar do parecer negativo do Instituto de Conservação da natureza e Biodiversidade.

Onde está, afinal, a preocupação com as consequências ambientais? A gravidade do caso aumenta por se tratar de de parque natural!

Entalado entre a triste realidade de estar sobre uma actividade altamente rentável – que é a exploração de pedreiras de calcário – e a diversidade natural e protegida(?), o parque natural da Serra dos Candeeiros merece mais dos nossos responsáveis políticos. E melhor.

Saiba mais sobre a revisão do Plano de Ordenamento da Serra dos Candeeiros em 2007, aqui.

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Conheça, uma por uma, as vantagens do gás natural

4 de Setembro de 2019 by Catarina Almeida Deixe um comentário

O que é o gás natural?

Definição de gás natural

O gás natural é uma fonte de energia fóssil composta principalmente por metano, com pequenas quantidades de outros hidrocarbonetos. Extraído diretamente de reservatórios subterrâneos, o gás natural é uma das fontes de energia mais limpas e eficientes disponíveis atualmente. De acordo com a Agência Internacional de Energia (AIE), o gás natural representa cerca de 24% do consumo global de energia, destacando-se pela sua versatilidade e menor impacto ambiental comparado a outras fontes fósseis. Para saber mais sobre as vantagens do gás natural, clique aqui.

Processo de extração e consumo

A extração do gás natural envolve a perfuração de poços em reservatórios subterrâneos, onde o gás é encontrado em formações rochosas porosas. Este processo pode ser realizado tanto em terra quanto no mar. Após a extração, o gás é tratado para remover impurezas e componentes indesejados, como dióxido de carbono e sulfeto de hidrogénio, antes de ser distribuído para consumo. Para entender melhor como funciona a extração de petróleo, que é um processo semelhante, clique aqui.

O consumo de gás natural abrange diversas aplicações, incluindo:

  1. Geração de eletricidade: Usinas termelétricas utilizam gás natural para produzir eletricidade de forma eficiente e com menores emissões de poluentes.
  2. Aquecimento residencial e comercial: O gás natural é amplamente utilizado para aquecer ambientes e água em residências e estabelecimentos comerciais.
  3. Indústria: Muitas indústrias utilizam gás natural como fonte de energia para processos de produção e como matéria-prima para a fabricação de produtos químicos.

Transporte e impacto ambiental

O transporte do gás natural é realizado principalmente através de redes de tubagens enterradas, conhecidas como gasodutos. Este método de transporte é seguro e eficiente, reduzindo o risco de acidentes e minimizando o impacto ambiental. Antes da construção de gasodutos, são realizados estudos de impacto ambiental rigorosos para garantir a proteção dos ecossistemas e das comunidades locais. Para mais informações sobre a exploração de gás e petróleo, clique aqui.

As vantagens ambientais do gás natural incluem:

  • Menores emissões de poluentes: A queima de gás natural emite menos dióxido de carbono, óxidos de enxofre e partículas em comparação com carvão e petróleo.
  • Redução da poluição do ar: O uso de gás natural contribui para a melhoria da qualidade do ar, especialmente em áreas urbanas.
  • Energia mais limpa: O gás natural é considerado a fonte de energia fóssil mais limpa, ajudando a mitigar os efeitos das mudanças climáticas.

Em resumo, o gás natural é uma fonte de energia eficiente, versátil e com menor impacto ambiental, desempenhando um papel crucial na transição para um futuro energético mais sustentável.

Descubra algumas das vantagens do gás natural

Segurança no transporte e prevenção de acidentes

O gás natural destaca-se pela sua segurança no transporte. Diferente de outras fontes de energia, o gás natural é transportado através de redes de tubagem enterrada. Este método reduz significativamente o risco de acidentes de viação e marítimos, que frequentemente resultam em marés negras e contaminação das águas. Além disso, a infraestrutura subterrânea é menos suscetível a danos causados por intempéries ou atividades humanas.

Dispensa de armazenamento e substituição de botijas

Uma das grandes vantagens do gás natural é a eliminação da necessidade de armazenamento e substituição de botijas. Como o gás natural é mais leve que o ar, em caso de vazamento, dissipa-se rapidamente, minimizando o risco de explosões ou incêndios. Este fator torna-o uma opção mais segura e prática para uso doméstico e industrial.

Energia limpa e ecológica

O gás natural é uma das fontes de energia mais limpas disponíveis. Comparado com outras energias fósseis, a sua combustão produz menos poluentes. Os produtos resultantes da queima do gás natural são inodoros e isentos de óxido de enxofre e partículas de fuligem. Esta característica contribui para a melhoria da qualidade do ar, especialmente em áreas urbanas.

Versatilidade de uso

A versatilidade do gás natural é outra vantagem significativa. Esta fonte de energia pode ser utilizada em diversas aplicações, incluindo:

  • Combustível para veículos
  • Aquecimento de ambientes
  • Aparelhos de ar condicionado
  • Motores industriais

Esta flexibilidade torna o gás natural uma escolha atraente para múltiplos setores.

Economia e competitividade de preços

Em tempos de crise económica, o gás natural oferece uma vantagem preciosa: o seu custo competitivo. O preço do gás natural é geralmente mais baixo em comparação com outras fontes de energia, como a eletricidade. Esta economia traduz-se em custos mensais de energia mais baixos para consumidores e empresas.

Prolongamento da vida útil dos equipamentos

O gás natural também contribui para a longevidade dos equipamentos. Devido à sua baixa emissão de gases ácidos e compostos de enxofre, que costumam corroer as máquinas, os equipamentos que utilizam gás natural tendem a ter uma vida útil mais longa. Esta durabilidade resulta em menos manutenção e substituições, gerando economia a longo prazo.

Em resumo, o gás natural oferece uma combinação única de segurança, eficiência, economia e sustentabilidade, tornando-se uma escolha energética quase perfeita.

Conclusão

Resumo das principais vantagens do gás natural

O gás natural destaca-se como uma fonte de energia que reúne diversas vantagens essenciais, tornando-se uma opção atrativa para muitas residências e indústrias. Entre as principais vantagens do gás natural, podemos citar:

  1. Segurança no transporte e prevenção de acidentes: O gás natural é transportado através de redes de tubagem enterrada, o que reduz significativamente o risco de acidentes de viação e marítimos, evitando marés negras e contaminação das águas.
  2. Dispensa de armazenamento e substituição de botijas: Por ser mais leve que o ar, o gás natural dissipa-se rapidamente em caso de vazamento, minimizando o risco de acidentes e eliminando a necessidade de armazenamento em botijas.
  3. Energia limpa e ecológica: Comparado a outras energias fósseis, o gás natural é a opção mais limpa, contribuindo para a melhoria da qualidade do ar. A sua queima resulta em produtos inodoros e isentos de óxido de enxofre e partículas de fuligem.
  4. Versatilidade de uso: O gás natural pode ser utilizado como combustível, em aparelhos de ar condicionado, motores e outras aplicações, demonstrando a sua flexibilidade.
  5. Economia e competitividade de preços: O preço do gás natural é competitivo em relação a outras fontes de energia, como a eletricidade, o que reduz os custos mensais de energia. Além disso, a baixa emissão de gases ácidos e compostos de enxofre prolonga a vida útil dos equipamentos.

Tabela de prós e contras

Para facilitar a visualização das vantagens e desvantagens do gás natural, apresentamos a seguinte tabela:

PrósContras
Transporte seguroNecessidade de infraestrutura específica
Dispensa armazenamento em botijasDependência de reservas naturais
Energia limpa e ecológicaPotencial impacto ambiental na extração
Versatilidade de usoCustos iniciais de instalação
Economia e competitividade de preçosVariação de preços no mercado
Prolongamento da vida útil dos equipamentos

Em resumo, o gás natural apresenta-se como uma fonte de energia quase perfeita, combinando segurança, eficiência, economia e sustentabilidade. A sua adoção pode trazer inúmeros benefícios tanto para o meio ambiente quanto para os consumidores, tornando-se uma escolha inteligente e consciente.

Perguntas Frequentes

O que é o gás natural?

O gás natural é uma fonte de energia fóssil composta principalmente por metano, extraída de reservatórios subterrâneos. É uma das fontes de energia mais limpas e eficientes disponíveis atualmente.

Quais são as principais vantagens do gás natural?

As principais vantagens do gás natural incluem segurança no transporte, dispensa de armazenamento em botijas, energia limpa e ecológica, versatilidade de uso, economia e competitividade de preços, e prolongamento da vida útil dos equipamentos.

Como é extraído o gás natural?

A extração do gás natural envolve a perfuração de poços em reservatórios subterrâneos, onde o gás é encontrado em formações rochosas porosas. Este processo pode ser realizado tanto em terra quanto no mar.

Quais são as aplicações do gás natural?

O gás natural é utilizado na geração de eletricidade, aquecimento residencial e comercial, e em diversas indústrias como fonte de energia e matéria-prima para a fabricação de produtos químicos.

Como é transportado o gás natural?

O gás natural é transportado principalmente através de redes de tubagens enterradas, conhecidas como gasodutos, que são seguras e eficientes, reduzindo o risco de acidentes e minimizando o impacto ambiental.

O gás natural é uma fonte de energia sustentável?

Sim, o gás natural é considerado uma das fontes de energia fóssil mais limpas, com menores emissões de poluentes e contribuindo para a melhoria da qualidade do ar, especialmente em áreas urbanas.

Quais são os impactos ambientais do gás natural?

Embora o gás natural tenha um menor impacto ambiental comparado a outras fontes fósseis, a sua extração e transporte podem ter impactos ambientais, como a necessidade de infraestrutura específica e o potencial impacto ambiental na extração.

O gás natural é mais económico que outras fontes de energia?

Sim, o gás natural geralmente tem um custo competitivo em comparação com outras fontes de energia, como a eletricidade, resultando em custos mensais de energia mais baixos para consumidores e empresas.

O gás natural é seguro para uso doméstico?

Sim, o gás natural é seguro para uso doméstico. Em caso de vazamento, dissipa-se rapidamente, minimizando o risco de explosões ou incêndios, tornando-o uma opção mais segura e prática.

O gás natural pode ser utilizado como combustível para veículos?

Sim, o gás natural pode ser utilizado como combustível para veículos, oferecendo uma alternativa mais limpa e económica em comparação com os combustíveis tradicionais.

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