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Indústrias Extractivas

Extracção de hulha, lenhite, petróleo bruto, gás natural e outros. Extracção e preparação de minérios metálicos.

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Carvão: o combustível que destrói o planeta

22 de Maio de 2019 by Ana Rita Amante Leal Deixe um comentário

Com mais de duzentos anos de existência em Portugal, o carvão era extraído nas minas de São Pedro da Cova e de Santa Susana, que já foram exploradas na totalidade. Por este ser considerado um combustível fóssil, teve um importante papel no aquecimento das habitações, ainda antes de surgir a eletricidade.

Quem viveu há umas décadas atrás, certamente se recorda das tradicionais braseiras a carvão? E das locomotivas que eram movidas por este combustível, deixando aquele rasto de fumo no ar? Deste tempo só restaram as lembranças e para muitos a saudade, mas esta matéria-prima continua a ter um contributo importante para a humanidade.

Como é feita a extração do carvão?

Todos já ouviram falar das minas e da importante atividade que têm os mineiros, passando dias e noites em galerias subterrâneas para encontrar produtos que de outra forma seria impossível conhecermos e beneficiarmos do seu usufruto.

É em minas destas que se encontra o carvão, normalmente a uma profundidade bastante elevada, que chega a atingir os quatrocentos metros. Atualmente, aliada à ação do Homem, existem máquinas que vão escavando as galerias, até encontrar este combustível e o trazer para a superfície. O carvão é um combustível fóssil, porque teve a sua origem numa importante fonte de aquecimento: o sol.

Quando é feita a exploração de uma mina e lhe é retirada todo o carvão – o que leva dezenas de anos – este não se renova. Em Portugal as minas existentes já foram exploradas na sua totalidade.

Um importante gerador de eletricidade

Ainda hoje usamos o carvão para produzir eletricidade, embora as nossas minas já se encontrem esgotadas. O carvão continua a ser o principal gerador de energia a nível mundial, devido ao seu baixo custo, mas o facto de ser mais barato, não significa que seja a melhor opção.

No verão é comum as famílias fazerem piqueniques e grelharem carne em barbecues, recorrendo a sacos de carvão, que se encontram à venda em qualquer híper ou supermercado. Mas já reparou no fumo preto que lança para a atmosfera ao realizar um simples grelhado? O carvão mineral tem na sua composição carbono, oxigénio, hidrogénio, enxofre e cinzas, sendo formado por resíduos orgânicos, que são altamente poluentes.

Este combustível continua a ser muito utilizado na produção industrial, em fornos, fogões e para fazer fogueiras.

Mas quais as desvantagens da sua utilização?

O carvão é proveniente de uma planta de origem vegetal, que levou milhares de anos a formar esta rocha preta, mas após ser extraído, não se renova e quando uma mina é totalmente explorada, não volta a ter esta matéria-prima.

É comum ouvirmos e vermos nos noticiários acidentes em minas, que provocam a perda de vidas humanas, muitas vezes, sem qualquer necessidade. Existem pessoas que arriscam a sua vida para extrair uma matéria que ainda não é utilizada racionalmente, senão vejamos: mais de cinquenta por cento da energia produzida a nível mundial provém do carvão, um número bastante elevado para um combustível que não se renova.

Um combustível que polui o meio-ambiente

Quando e carvão é queimado lança para a atmosfera gases altamente poluentes, que contribuem para o aumento do aquecimento global a nível mundial. Muito se fala que o mundo está em mudança e que atualmente só existem duas estações – verão e inverno – mas poucas são as pessoas que pensam o porquê deste fenómeno? Se queimamos anualmente milhões de toneladas deste combustível, a atmosfera é invadida por um fumo negro, que é libertado a altas temperaturas e polui não só o ar, mas também o mar e as florestas.

O aquecimento global é causado pelo Homem e responsável por fenómenos que cada vez são mais frequentes, como os furacões ou as secas. E não nos enganemos, apesar de não haver renovação deste mineral, existem reservas com mais de 860 bilhões de toneladas, o suficiente para continuarmos a usar este combustível nos próximos 130 anos. Mudar de atitude só depende de nós, porque estamos a construir o planeta para uma geração futura que vai sofrer as consequências dos seus antepassados.

Arquivado em:COMBUSTIVEIS FÓSSEIS Marcados com:aquecimento global, carvão, combustível, energia, indústrias extractivas, matéria-prima, minas

A extração do ferro da rocha. Como tudo acontece

10 de Maio de 2019 by Diana Lopes 8 Comentários

Nas minas, a extração do ferro ocorre depois que se encontre a chamada jazida. Aqui, é necessário separar o material útil do que se pode considerar lixo, como terra e outros materiais usados na construção das rochas. Uma vez que estamos a falar de rochas muitas vezes que pesam toneladas, as minas de extração do ferro necessitam de ter grandes dimensões.

Extração do ferro

Desde as pedras encontradas nas jazidas até ao ferro propiamente dito são necessárias máquinas especificas para este processo ocorrer sem problemas. A exploração do ferro é das indústrias de extração mais importantes e que necessitam de vários passos até que se obtenha o ferro que todos nós conhecemos.

Primeiros passos da extração do ferro

A primeira etapa é a extração propriamente dita, que pode ser feita com escavadoras que vão escavando a rocha ou  com recurso a explosivos no caso do ferro se encontrar longe da superfície. Depois deste passo, é necessário transportar o ferro até à superfície para que possa ser posteriormente preparado e vendido.

A preparação do ferro

O ferro encontra-se no meio da terra e de outros minérios sem valor. A esta parte sem valor econômico dá-se o nome de estéril e é empilhada em áreas próximas às minas de forma a causar o menor impacto ambiental possível. Para que isto aconteça, muitas vezes são plantadas árvores na terra estéril.

O restante minério em estado bruto chega à usina em grandes blocos, que são partidos pelas máquinas de britagem em pequenos fragmentos de 2 cm.

A separação do ferro

O minério que sai da máquina de britagem cai para uma peneira que possui telas de diferentes espessuras, permitindo a passagem apenas dos fragmentos até 2cm, eliminando os restantes. Esta fase do processo de extração do ferro é feita com a ajuda de água que retira o excesso de terra à volta do ferro. Além disso, para os fragmentos de menores dimensões são utilizados imanes que atraem o ferro para eles.

É importante referir que nesta fase do processo, mais de metade da água utilizada é posteriormente reciclada de forma a tornar a extração do ferro um método mais ecológico.

Passos finais

Depois de limpo, peneirado e separado por tamanho, o ferro segue para as máquinas empilhadeiras, que vai descarregando o ferro em pilhas de grandes dimensões para ser armazenado até necessitarem de ser transportados por comboios, o único meio de transporte viável na extração do ferro.

Após todo este processo, o ferro está pronto para ser utilizado para os inúmeros fins, como na indústria da construção, na produção de ligas metálicas, fabrico de linhas de caminhos de ferro, fabrico de bicicletas, indústria automóvel, entre tantas outras. O ferro é dos metais mais comuns encontrados no nosso dia-a-dia e onde se crê que já era utilizado nos anos 5000 a.C.

Tão antigo, podemos dizer que este metal tem uma saúde de ferro!

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Onde anda o sal gema para temperar as batatas?

18 de Março de 2019 by Diogo Pinheiro 2 Comentários

É normal durante uma refeição reparar que a comida está um pouco insonsa e ir temperá-la com mais um pouco de sal, mas conhecerá o processo que permite que o sal chegue à sua mesa? E que o sal não serve só para temperar as batatas fritas? Ok, para além de outro tipo de comida é claro.

Em países com um clima tropical, como o Brasil, o sal é obtido normalmente através da evaporação de água do mar. O que resulta deste processo é o sal marinho. No entanto, em países mais frios ou distantes do mar tem que se recorrer a um processo diferente que dará origem ao sal gema.

O sal gema está contido em sedimentos. Estes sedimentos estão localizados em antigas bacias marinhas que entretanto evaporaram ou secaram. Para extraír, então, o sal gema dos sedimentos é necessário recorrer a um processo de precipitação química.

Em Portugal as salinas mais conhecidas serão, porventura, as salinas de Rio Maior. Nesta salina, o processo usado é idêntico a uma técnica que já era usada desde o século XII. Consiste na junção de água salgada em poços abertos em solo rico em sal gema, para depois ser enviada para tanques para que possa ser evaporada e ocorra a precipitação do sal.

Em Portugal existem outras zonas de extracção de sal gema importantes como as de Loulé e Torres Vedras. No caso de Loulé o processo é diferente, com o sal gema a ser extraído a seco em minas a mais de 200 metros de profundidade.

As aplicações do sal gema vão muito para além da alimentação. A exploração de Loulé aliás destina-se na sua grande maioria para a indústria química. Devido à sua composição (cloreto de sódio, cloreto de potássio e cloreto de magnésio) é usado para obter cloro, ácido clorídrico ou soda cáustica, por exemplo.

É também usado no processo de fabrico do papel, no fabrico de cosméticos, produtos farmacêuticos (pasta de dentes), produtos de cosmética, porcelana… Enfim, a lista é interminável. De facto, o sal gema é dos minerais que têm uma aplicação mais ampla, servindo para diversos fins. A aliar à sua diversidade de utilizações, o sal gema é também considerado o recurso geológico de utilização mais longa, ou seja com mais reservas.

Em Portugal, há condições muito boas para a exploração de sal gema. Estima-se que as minas de Loulé tenham reservas que permitem a sua exploração por milhares de anos. No entanto, a nossa exploração fica muito aquém em relação ao que era expectável ou pelo menos desejável. Os motivos são essencialmente político/económicos e estão relacionados com os contratos de importação feitos para cumprir as normas regulamentares do mercado internacional.

De facto, é fácil comprovar que o sal, e neste caso o sal gema, não serve só para temperar as batatas, tendo uma variedade de aplicações que parecem não acabar, tal como as suas reservas.

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Mármore: da sua extração à elegância de uma decoração

16 de Março de 2019 by Diana Cordeiro 3 Comentários

A pedra é sem dúvida o material de construção mais antigo que vem sendo utilizado pelo homem na sua luta pela sobrevivência e civilização. Produtos de pedra natural como mármore ou granito são frequentemente utilizados em muitos projetos de arquitectura e pela sua elegância adaptam-se a diferentes estilos, épocas e gostos.

Até chegar à fase final o mármore passa por um processo, que vai desde a sua extracção em pedreiras, passando pelo recorte em placas até ao tratamento final e, posteriormente, na decoração. As principais vantagens de utilizar o mármore, para além das questões estéticas são a sua durabilidade, a facilidade de limpeza, de manutenção e restauro.

O que é o mármore?

Mármore é uma rocha metamórfica originada de calcário exposto a altas temperaturas e pressão.

Por este motivo, as maiores jazidas de mármore são encontradas em regiões de rocha matriz calcária e atividade vulcânica. Esta rocha é, essencialmente explorada para uso na construção civil.

Comercialmente é classificado como mármore, toda a rocha carbonática capaz de receber polimento. A composição mineralógica depende da composição química do sedimento e do grau metamórfico.

Dessa forma, possui uma variedade de cores e texturas, estruturas que a torna bastante rentável na indústria de rochas ornamentais.

Como é feita a extração de mármore

O processo de extração de mármore, começa nas jazidas, ou seja, reservas naturais de montanhas rochosas, onde são encontradas estas qualidades de pedras no estado natural. O mármore é extraído através de cortes realizados com fios diamantados e ferramental que fatiam as enormes montanhas tirando os em blocos.

Através de maquinarias específicas como os teares com ferramentas diamantadas, as serrarias fatiam esses blocos transformando-os em chapas ou placas. Após todo este processo, as chapas podem ser polidas, flameadas ou apicoadas. Dando assim o primeiro acabamento na peça ainda no seu estado natural. Após polidas, as chapas estão prontas para serem utilizadas para produção de produtos como por exemplo, pias, lavatórios, pisos, escadas, mesas, soleiras, colunas, peitoris, lareiras.

Tipos de acabamentos do mármore

o Polido: feito a partir de lustração. Indicado para áreas internas; tem um aspecto liso e brilhante;

o Bruto: é a superfície de mármores e granitos sem qualquer acabamento, usados tal como estão no seu estado natural na natureza, são apenas serrados;

o Jateado: acabamento de superfície à base de jato de areia. Sem brilho, é indicado para áreas externas;

o Levigado: é lixado com abrasivos até deixá-lo liso. O seu aspecto é opaco, semi-polido;

o Cristalização: processo feito por empresas especializadas com a função de criar uma película protetora para os pisos de mármore e granito;

o Resinado: feito a partir da aplicação de resina líquida e lustração da mesma, cobrindo os poros que existem nas pedras dando um melhor polimento e brilho superior.

Onde pode ser aplicado o mármore?

O mármore é utilizado especialmente em áreas internas: pavimentos de salas, halls e quartos. Bancadas e revestimentos, incluindo para efeitos nas paredes. Também é muito utilizado em casas-de-banho e áreas sociais, como por exemplo em salas ou cozinhas.

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Pulmão Negro, Preto como o Carvão das Minas, Sem Cura

22 de Janeiro de 2019 by Olinda de Freitas 3 Comentários

O pulmão negro é uma doença pulmonar ocupacional, a chamada pneumoconiose dos mineiros de carvão, causada por depósitos de pó de carvão nos pulmões.

Pó de carvão, manchas fatais que decoram os pulmões: o pulmão negro

Consequência directa da aspiração de pó de carvão durante um período prolongado, o pulmão negro vence muitas vidas passadas em minas. No caso de se tratar de pulmão negro simples o que acontece é o pó de carvão acumular-se em torno das pequenas vias aéreas (bronquíolos) dos pulmões.

Sabe-se que apesar de ser relativamente inerte e incapaz de provocar reacções exageradas, o pó de carvão alastra-se a todo o pulmão – o que, de resto, pode se comprovado pelo desenho de pequenas manchas através de radiografias torácicas.

Por si só o pó de carvão não obstrui as vias aéreas. No entanto, anualmente, cerca de 1 a 2% dos indivíduos que sofrem de pulmão negro simples evoluem na doença de forma agravada, a designada fibrose disseminada progressiva, na qual ocorre a formação de cicatrizes, de um ou mais centímetros, em grandes áreas do pulmão.

Uma informação muito importante é que a fibrose disseminada progressiva pode piorar mesmo após o indivíduo interromper a exposição ao pó de carvão.

O pulmão negro normalmente é assintomático. Mas a tosse…

Regra geral o pulmão negro simples é assintomático, isto é, não produz sintomas mas imensos indivíduos diagnosticados com essa doença tossem e apresentam dificuldades respiratórias – o que poderá ser decorrente de enfisema ou bronquite ou devido aos estágios graves da fibrose disseminada progressiva que desencadeiam tosse e muitas vezes dificuldade respiratória incapacitante.

O diagnóstico desta doença fica concluído após a observação das manchas características na radiografia torácica de um indivíduo que se expôs ou que sofre de exposição continuada ao pó de carvão. E não restam dúvidas tratar-se de um indivíduo que trabalhou em minas subterrâneas durante, pelo menos, dez anos.

Evitar a doença profissional pulmão negro e suprimir o pó de carvão do local de trabalho: missão impossível. No entanto, a prevenção pode e deve ser minimamente cumprida se os mineiros de carvão realizarem um exame radiográfico a cada quatro ou cinco anos para que a doença possa ser detectada no seu estágio inicial.

No caso de se verificar o diagnóstico o trabalhador deve ser transferido para uma área onde a concentração de pó de carvão seja baixa, a rotatividade do posto de trabalho talvez se adeqúe como prática assídua, por forma a evitar o desenvolvimento da fibrose disseminada progressiva.

A doença do pulmão negro não tem cura e fazer prevenção é, de facto, o melhor remédio.

Arquivado em:OUTROS Marcados com:carvão, fibrose disseminada progressiva, indústrias extractivas, pneumoconiose dos mineiros de carvão, pó de carvão, pulmão negro

Extração de carvão e os problemas ambientais

30 de Dezembro de 2018 by Diana Lopes 1 comentário

A revolução industrial colocou a extração de carvão num dos tipos de extração mineira mais importante. A maioria das máquinas desta altura eram movidas a carvão e tornava-se obrigatório que a extração de carvão conseguisse  suprir as necessidades da evolução. No entanto, atualmente a extração de carvão trás com ela alguns problemas ambientais.

A importância do carvão

A revolução industrial marcou uma época de desenvolvimento rápido na maquinaria usada, provocando um desenvolvimento nos caminhos de ferro e melhoramento do transporte de mercadorias e passageiros. Estas máquinas eram, na sua maioria movidas a vapor produzido através da combustão de carvão.

Com a evolução das máquinas e o crescimento abruto da indústria automóvel, o carvão e a sua extração passaram para segundo plano dando o primeiro lugar à extração de petróleo. A verdade, é apesar da evolução da indústria automóvel, o carvão ainda é comumente usado para o funcionamento de alguns comboios e fábricas o que nos remete para a questão dos problemas ambientais.

A combustão do carvão e questão ambiental

A questão principal do uso de carvão é o fato de este ser um recurso de origem fóssil, ou seja é um recurso não-renovável. A queima de carvão como combustível, assim como, a de todos os derivados do carbono, gera CO2, o principal gás responsável pelo efeito estufa, responsável pelo aquecimento e por mudanças climáticas globais.

Quando o derivado do carbono é de origem fóssil, como no caso do carvão, petróleo, xisto e gás natural, são lançadas para a atmosfera quantidades de Carbono que estavam imobilizadas, contribuindo para aumentar a quantidade de CO2 no meio ambiente, que apresenta um tempo de vida médio de cerca de 100 anos na atmosfera.

O carvão contém ainda teores elevados de enxofre e a sua combustão provoca o lançamento na atmosfera de dióxido de enxofre, um dos responsáveis pela chuva ácida, com graves problemas de poluição do meio ambiente. No entanto, o enxofre pode ser removido industrialmente.

A legislação ambiental no uso de carvão

Atualmente, a extração do carvão tem como principal objetivo o uso deste nas estações termoeléctricas. Como a combustão do carvão nesta atividade é muito tóxica, esta deverá ser regulada por organismos competentes.

O segundo maior uso do carvão mineral dá-se na redução de minério de ferro para produção de ferro e aço. No entanto, a extração de carvão perdeu grande atividade desde o seu auge na revolução industrial.

Gás através de carvão mineral

Uma das utilizações possíveis da extração de carvão mineral é a obtenção de gás de uso doméstico. Este carvão deriva de combustíveis fósseis e é talvez a utilidade mais limpa do carvão pois é menos poluente.

Existem dois grandes tipos de carvão, o carvão mineral e o vegetal, tendo os dois questões ambientais associadas.

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