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Indústrias Extractivas

Extracção de hulha, lenhite, petróleo bruto, gás natural e outros. Extracção e preparação de minérios metálicos.

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Tuberculose nas Minas de ouro: Estudo na África do Sul

20 de Novembro de 2019 by Olinda de Freitas Deixe um comentário

A tuberculose nas minas de ouro da África do Sul é um problema grave na actualidade – conforme refere o site Science Daily. os resultados do estudo revelam a urgência da prevenção para o controlo da tuberculose entre os sul africanos com tuberculose nas minas de ouro: é preciso erradicar a doença e não chega diminuir o número de ocorrências e de mortes.

Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres estudam a tuberculose nas minas de ouro da África do Sul

Os resultados da Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres demonstraram a dimensão do problema da tuberculose em minas de ouro sul-Africano, com destaque para a necessidade de uma abordagem de prevenção na melhoria do controle desta terrível doença profissional.

A epidemia de tuberculose nas minas de ouro da África do Sul terá sido agravada com o advento da epidemia do HIV na década de noventa. Sabe-se que em 2008 cerca de 3% dos mineiros começou o tratamento da tuberculose. O estudo veio comprovar a eficácia do rastreio e do tratamento da doença em 78 744 mineiros, em quinze minas de ouro, com o grande objectivo de interromper a transmissão da tuberculose.

A todos os mineiros escolhidos para o estudo foi dado tratamento à tuberculose activa e também um curso de terapia preventiva com isoniazida (um medicamento de baixo custo que faz a prevenção da infecção tuberculosa latente antes de progredir para doença clinicamente aparente) durante nove meses.

Ao mesmo tempo, e em outras minas, os programas de controle da tuberculose nas minas de ouro continuaram a sua prática habitual – o que incluiu o acesso ao diagnóstico da tuberculose gratuito e serviços de tratamento e triagem activa da tuberculose, pelo menos uma vez por ano, com a terapia preventiva com isoniazida incluído como parte dos cuidados de HIV.

Terapia preventiva com isoniazida funciona…mas pouco!

Embora a terapia preventiva com isoniazida ter sido uma solução segura e eficaz na prevenção da tuberculose entre as pessoas que tomaram, os pesquisadores não encontraram nenhuma diferença no número de casos de tuberculose entre os trabalhadores das minas onde foi realizada a terapia preventiva, em comparação com as restantes minas.

Isto significa que o HIV, a exposição ao pó de sílica nas minas e a proximidade do local de trabalho – além das condições de vida predispõem os mineiros sul-Africanos para a tuberculose. Interessa mesmo investigar uma abordagem radical para o controle da tuberculose. Os resultados destacam apenas a dimensão do problema da tuberculose nestas minas.

As conclusões demonstram que para se controlar a tuberculose nas minas de ouro da África do Sul é necessária uma abordagem de combinação de prevenção com testes melhorados no tratamento da tuberculose activa. A terapia preventiva com isoniazida contínua deve ser considerada para os mineiros com maior risco de infecção por tuberculose – tais como os que são portadores de HIV.

Mais informações sobre este estudo foram publicadas no New England Journal of Medicine

Fonte da imagem

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Prospecção de Minas: O Passo Dado Antes da Exploração

9 de Junho de 2019 by Olinda de Freitas 3 Comentários

A prospecção de minas, com a intenção de explorá-las, pode ser efectuada através da perfuração a diamante, o método mais utilizado. Mas há outros!

Há depósito mineral? Então há exploração de minas!

Todo a exploração de uma mina inicia-se sempre com a descoberta de um depósito mineral. E o que é a descoberta senão a prospecção de minas? Tal prospecção engloba um planeamento cuidadoso e o uso de diversificados métodos e instrumentos científicos como complemento ao levantamento geológico.

Os vários métodos desenvolvidos de prospecção de minas ao longo do tempo visam sempre o mesmo objectivo: atingir as camadas mais profundas e facultar informações relativas aos depósitos minerais situados no interior da Terra.

Métodos de prospecção de minas

Os métodos de prospecção de minas são baseados nas heterogeneidades inerentes à costa terrestre, ao mesmo tempo responsáveis pelas diferenças ou anomalias, principalmente em comparação de corpos mineralizados com rochas adjacentes, em determinadas propriedades físicas.

Recorrendo-se aos métodos geofísicos, as tais anomalias podem ser detectadas, registadas e medidas.

Posteriormente, os resultados são cartografados e as áreas de potencial interesse serão seleccionadas. E depois? Depois vêm as investigações mais detalhadas.

Em que se baseiam os métodos?

  • Os métodos eléctricos partem do seguinte pressuposto: há certos minérios que possuem melhor condutividade eléctrica do que as massas de rocha circunvizinhas;
  • Com os métodos magnéticos de prospecção de minas, podem ser determinadas variações nos campos magnéticos da Terra;
  • As irregularidades no campo gravítico de uma determinada área podem ser medidas através dos métodos gravimétricos;
  • Os métodos radiométricos são usados, essencialmente, nas pesquisas de urânio e outros elementos radioactivos.

Importância dos métodos geofísicos na prospecção de minas

Na actualidade, a utilização dos métodos geofísicos, bastante precisos, nos quais se inclui a prospecção de minas remota, é de uso generalizado em diversas áreas científicas.

No entanto, e apesar dos métodos geofísicos poderem fornecer indicações sobre a possível localização dos depósitos minerais, são, quase sempre, necessárias perfurações de prospecção de minas in situ para nos darem evidências mais precisas do que está contido no subsolo. Para isso usa-se a técnica de amostragem por intermédio de perfuração a diamante – a mais utilizada.

O que é a perfuração a diamante?

A perfuração a diamante surgiu na segunda metade do século dezanove e encontrou a sua maior aplicação na prospecção de minas.

No mundo contemporâneo, a perfuração a diamante tornou-se em uma técnica importante na definição do traçado de túneis ou no posicionamento de cavidades no interior das rochas. Permitem, estas perfurações, localizar aspectos particulares em zonas não consolidadas ou rochas com fraca resistência mecânica.

Tudo isto antes de se dar início às escavações.

Desenvolvimento da perfuração a diamante

A perfuração a diamante na prospecção de minas tem sido alvo de vários avanços: inicialmente as sondas eram executadas manualmente. Aos poucos, a execução passou a ser efectuada através do vapor e mais tarde através de motores diesel e eléctricos.

Durante muito tempo, a força de avanço exercida sobre a coroa de perfuração terá sido determinada pelo operador com auxílio de uma cremalheira.

Isto era bastante arbitrário!

Entretanto, o avanço de parafuso chegou e forçou a sonda a uma taxa de penetração fixa, baseada na velocidade de rotação do motor. Seguiram-se as sondas com avanços hidráulicos em que dois cilindros hidráulicos transferem a forca de avanço para a bateria de varas e para a coroa de perfuração. Aqui há a compensação da acção do peso das varas quando este começa a tomar-se excessivo.

A prospecção de minas é essencial para a posterior exploração e são vários os métodos à disposição. No entanto, a perfuração a diamante é a mais utilizada!

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A extração do ferro da rocha. Como tudo acontece

10 de Maio de 2019 by Diana Lopes 8 Comentários

Nas minas, a extração do ferro ocorre depois que se encontre a chamada jazida. Aqui, é necessário separar o material útil do que se pode considerar lixo, como terra e outros materiais usados na construção das rochas. Uma vez que estamos a falar de rochas muitas vezes que pesam toneladas, as minas de extração do ferro necessitam de ter grandes dimensões.

Extração do ferro

Desde as pedras encontradas nas jazidas até ao ferro propiamente dito são necessárias máquinas especificas para este processo ocorrer sem problemas. A exploração do ferro é das indústrias de extração mais importantes e que necessitam de vários passos até que se obtenha o ferro que todos nós conhecemos.

Primeiros passos da extração do ferro

A primeira etapa é a extração propriamente dita, que pode ser feita com escavadoras que vão escavando a rocha ou  com recurso a explosivos no caso do ferro se encontrar longe da superfície. Depois deste passo, é necessário transportar o ferro até à superfície para que possa ser posteriormente preparado e vendido.

A preparação do ferro

O ferro encontra-se no meio da terra e de outros minérios sem valor. A esta parte sem valor econômico dá-se o nome de estéril e é empilhada em áreas próximas às minas de forma a causar o menor impacto ambiental possível. Para que isto aconteça, muitas vezes são plantadas árvores na terra estéril.

O restante minério em estado bruto chega à usina em grandes blocos, que são partidos pelas máquinas de britagem em pequenos fragmentos de 2 cm.

A separação do ferro

O minério que sai da máquina de britagem cai para uma peneira que possui telas de diferentes espessuras, permitindo a passagem apenas dos fragmentos até 2cm, eliminando os restantes. Esta fase do processo de extração do ferro é feita com a ajuda de água que retira o excesso de terra à volta do ferro. Além disso, para os fragmentos de menores dimensões são utilizados imanes que atraem o ferro para eles.

É importante referir que nesta fase do processo, mais de metade da água utilizada é posteriormente reciclada de forma a tornar a extração do ferro um método mais ecológico.

Passos finais

Depois de limpo, peneirado e separado por tamanho, o ferro segue para as máquinas empilhadeiras, que vai descarregando o ferro em pilhas de grandes dimensões para ser armazenado até necessitarem de ser transportados por comboios, o único meio de transporte viável na extração do ferro.

Após todo este processo, o ferro está pronto para ser utilizado para os inúmeros fins, como na indústria da construção, na produção de ligas metálicas, fabrico de linhas de caminhos de ferro, fabrico de bicicletas, indústria automóvel, entre tantas outras. O ferro é dos metais mais comuns encontrados no nosso dia-a-dia e onde se crê que já era utilizado nos anos 5000 a.C.

Tão antigo, podemos dizer que este metal tem uma saúde de ferro!

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Recursos minerais dos oceanos: tesouro inestimável

9 de Maio de 2019 by Marco Deixe um comentário

Recursos minerais em Portugal: potencialidades e vulnerabilidades

Apesar das suas pequenas dimensões, Portugal possui ampla riqueza de recursos minerais. A exploração mineira em Portugal remonta por isso aos tempos pré-Romanos, com registos de actividade extractiva por parte de Fenícios e Cartagineses, sem dúvida impulsionada pela riqueza da faixa piritosa ibérica. Também os Romanos possuíram na Lusitânia diversas minas, encontrando-se entre as mais famosas as de Valongo, na Serra da Santa Justa e Aljustrel, localidade ainda rica em pirites.

Já no século XX, Portugal possuía no início dos anos 90 um parque mineiro moderno, constituído por diversos empreendimentos recentes, mas as normas Europeias de acesso aos recursos minerais e a generalizada má imagem da exploração mineira levaram a um decréscimo da actividade extractiva, gerando não só um subaproveitamento dos recursos, como chegando-se a contabilizar perto de 200 minas abandonadas e a necessitarem de intervenção preventiva para não se tornarem riscos ambientais e para as populações.

A segunda década do Séc. XXI parece no entanto marcar um ponto de viragem, com o crescimento dos pedidos de extracção de minério chegados à Direcção Geral de Energia e Geologia (DGEG), com o ouro em grande destaque: as minas de Jales/Gralheira encontram-se em fase de prospecção para reabrirem após 20 de inactividade, e na Boa-Fé a exploração deve começar ainda em 2015.

Estima-se que até 2025, a extracção de recursos minerais em Portugal atinja os 2,5 mil milhões de Euros, cerca de 1% do PIB. Com a Europa no estatuto de importadora e a América Latina a dominar o mercado mundial, a mineralogia diversificada de Portugal é um investimento apetecível com amplas chances de sucesso, ainda que com sérias deficiências. Como dava conta há apenas dois dias o director-geral das minas de Aljustrel em edição do Correio do Alentejo, Portugal não possui fundições para transformar concentrado de cobre em cobre final. Como resultado, é primeiro necessário exportar o concentrado para voltarmos a importar o produto final, diluindo-se aí uma boa parte do lucro potencial.

Hoje em dia, no entanto, Portugal está na linha da frente dos países que olham para o mar à procura de novos recursos minerais.

Recursos minerais dos oceanos

Foi já entre 1872-1876, durante a expedição científica do HMS Challenger, que se determinou a ocorrência de nódulos polimetálicos (ou nódulos de manganês) na maioria dos oceanos terrestres, após a sua descoberta em 1868 no Mar de Kara. Tratam-se de nódulos de camadas concêntricas de ferro e óxidos de manganésio em torno de um núcleo e que podem ter entre 1 e 10cm.

Mais promissoras são as fontes hidrotermais, nas quais a Zona Económica Exclusiva (ZEE) Portuguesa é rica. Estudos prolongados das fumarolas negras permitiram concluir que este tipo de fontes formam grandes depósitos de sulfetos que contêm ouro, cobre, manganésio, zinco, e outros metais.

Ora Portugal tem a seu cargo a 3ª maior ZEE da Europa, e as recentes explorações da Plataforma Continental deram-nos a percepção de que para lá do pescado, os maiores recursos minerais nacionais estão ali mesmo no fundo do mar.

Manuel Pinto e Abreu, Secretário de Estado do Mar, declarava já em 2012 que as extracções de níquel, cobre e cobalto no fundo do mar podem atingir os 60 mil milhões de Euros ao ano, embora este número seja amplamente optimista. Estimativas mais conservadoras colocariam a exploração dos recursos minerais oceânicos, que incluem ainda ferro, prata, ouro e metais raros, além de gás natural e hidrocarbonetos, nos 20 mil milhões de Euros, catapultando o mar de 2-3% do PIB para 6-8% do PIB.

Como se minera no oceano

Desde os anos 60 que se conhecem as potencialidades dos fundos oceânicos em recursos minerais, mas a sua exploração sempre foi demasiado custosa. Duas questões vieram mudar esta postura: por um lado, o avanço tecnológico permite novos métodos de extracção de minério do fundo dos oceanos. Por outro, o consumo tecnológico da sociedade impõe maior procura por metais e os seus preços aumentam em consequência, tornando a exploração oceânica mais rentável.

Projecto pioneiro na exploração dos recursos minerais do oceano é o Solwara 1, da Canadiana Nautilus Minerals. Entretanto cancelado devido à falta de pagamentos prometidos pelo governo da Papua Nova-Guiné, o projecto pode ser encarado como exemplificativo de como se processarão as actividades mineiras no fundo dos oceanos no futuro.

Numa fase inicial, recorrem-se a ROV (Remotely Operated Vehicles), veículos comandados à distância, com sondas capazes de recolher amostras do solo marítimo.

O sistema de exploração industrial em si mesmo é constituído por três conjuntos distintos. Em primeiro lugar existem as chamadas SPT (Seafloor Production Tools), efectivamente duas escavadoras comandadas à distância que desagregam a rocha, deixando as lamas depositadas ao longo dos seus rastos, para serem colectadas por uma terceira máquina robótica, que aspira a lama e a reencaminha para a segunda componente da extracção, um sistema de elevação e transporte para a superfície.

Este sistema constituído por bombas e tubos rígidos está então conectado ao Navio de Apoio à Produção (Production Support Vessel-SPV) que procede à remoção da água das lamas e despeja os sólidos numa barcaça encostada ao seu flanco. A água extraída é bombeada de novo para o fundo do mar, fornecendo energia hidráulica às bombas e minimizando o impacto ambiental da mistura das águas frias profundas nas águas mais quentes da superfície.

Actualmente, 9 em cada 10 diamantes vendidos no mundo são obtidos através da exploração dos fundos oceânicos ao longo da costa da Namíbia. Mas isto é apenas o começo, e a corrida aos recursos minerais dos fundos marítimos pode estar prestes a começar.

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Perfuração Rotativa com Diamante: Um Método Frequente

24 de Novembro de 2018 by Olinda de Freitas Deixe um comentário

O método de perfuração rotativa com diamante é uma das variantes da perfuração a diamante utilizado na prospecção de minas.

Que tipos de equipamentos utiliza este método?

O equipamento utilizado para realizar perfuração rotativa com diamante é constituído por vários componentes. Estes componentes possuem variações de tamanho que têm que ver com o diâmetro e a profundidade do furo. Em uma perfuração rotativa com diamante, por exemplo, com quatrocentos metros de profundidade, são necessários os seguintes componentes:

  • Sonda equipada com motor a diesel ou eléctrico;
  • Bomba de lavagem accionada por motor diesel ou eléctrico;
  • Torre de carga (Derrick);
  • Varas de perfuração (acopladas entre a sonda e a sonda);
  • Sonda equipada com uma coroa diamantada.

Como opera exactamente a sonda na perfuração rotativa com diamante?

A sonda, montada com a coroa na extremidade da coluna de varas, opera com um sistema de rotação no sentido horário. O mecanismo da operação no âmbito da perfuração rotativa com diamante desenrola-se assim:

A bomba de lavagem faz a injecção da água, através das varas e da sonda, até à extremidade da coroa. A água a função, além de refrigerar a coroa, remover as aparas provenientes da perfuração rotativa com diamante. Por curiosidade, sabe-se que o consumo de água é de cerca de 50 litros por minuto e a velocidade de rotação pode chegar a 2300 rpm.

A coroa oca é a responsável pelo corte de um corpo cilíndrico de rocha, cilindro ou testemunho que é forçado para dentro da sonda, situado imediatamente acima da coroa. E é quando a sonda fica completamente cheia que esta é içada para a superfície. E depois? Depois é finalmente esvaziada.

Para que serve a torre de carga?

A torre de carga serve para içar as varas e também como suporte para as mesmas. Relativamente ao comprimento das varas, estas são desacopladas em comprimentos de 6, 9 ou 12 metros – isto dependendo da altura do mastro.

Os diamantes existentes nas coroas de perfuração, perfuração rotativa com diamante, são diamantes que tanto podem ser naturais como sintéticos.

E os tipos de coroas diamantadas?

Existem dois tipos de coroas diamantadas na perfuração rotativa com diamante – Coroas incrustadas e coroas impregnadas, são os dois tipos de coroas diamantadas que existem:

  • as coroas incrustadas

As coroas incrustradas possuem uma aparência áspera, com os diamantes ligeiramente salientes do corpo ou matriz. Quando há desgaste dos diamantes, as coroas são enviadas ao fabricante para os diamantes serem removidos com ácido e posteriormente re-incrustrados numa nova coroa juntamente com novos diamantes;

  • as coroas impregnadas

As coroas impregnadas possuem diamantes muito pequenos – ou pó de diamante – que é misturado com a matriz. E à medida que a matriz se desgasta, vão aparecendo novos diamantes na superfície de corte -até que a coroa se desgaste completa e inteiramente.

A prospecção de minas envolve a intervenção de formas de aprofundamento da terra. O método de perfuração rotativa com diamante é, sem dúvida, o mais utilizado.

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